Transplante renal complicações

Nos último anos, o transplantação de órgãos sólidos deixou de ser uma coisa raro, supositório, para se reintegrar uma existência. Campanhas publicitárias para incentivar as doações, maior disposição para a apreensão de órgãos, e primeiro quarto ambição científico foram cruciais para o crescimento na frequência das cirurgias.

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O transplantação de valor representa um taxa fundamental dos transplantes, e saber algumas dicas de controle do transplantado no CTI pode ser rendoso por ser um paciente bastante exclusivo e um técnica cada vez mais comum.

Análise pré-operatória

A maior parte dos transplantados hepáticos tem muitas comorbidades com potencialidade de história no pós-operatório, como ascite volumosa, cardiomiopatia cirrótica, síndrome hepatorrenal, hiponatremia, síndrome hepatopulmonar, pressão alta portopulmonar (que pode provocar à coloração pulmonale estrídulo pós-operatório), encefalopatia hepática, fome e coagulopatia ( seja com hipo ou hipercoagulabilidade).

A maior frequência de recomendação de transplantação por NASH similarmente traz maior frequência de enfermidade arterial coronariana, e a análise pré-operatória se torna mandatória a partir dos 50 anos.

Acidentes intraoperatórios

Saber precisamente qual técnica cirúrgica foi usada e acidentes intraoperatórios é necessário para se precipitar e identificar de modo correto possíveis problemas pós-operatórias. Pesquisar sobre figura de dificuldade na anastomose da artéria hepática, anastomose das veias escavação inferior e acesso, precariedade hemodinâmica, sangramento.

Problemas hepáticas

Principais problemas hepáticas são a não-função primária e a problema primária do enxerto. O orientação cirurgião e laboratorial e a complementação com exame de imagem se preciso são cruciais para reconhecimento prematuro das problemas e tratamento imediato. A não-função primária do enxerto e a trombose de artéria hepática são as problemas que frequentemente requerem retransplante, com priorização na linha.

A trombose da artéria hepática é associada à quebradeira do enxerto e muitas problemas biliares (lembrete: a vascularização hepática é portal e arterial, porém, a vascularização biliar é apenas pela artéria hepática). Outras problemas hepáticas são trombose da disposição acesso, negativa aguda, ascite apelante. Caso haja alargamento do INR, a revisão apenas precisa ser feita se houver comprovação de hemorragia. Do contrário, isto atrapalharia a análise da ofício hepática, que precisa ser em conjunto com nível de percepção, lactato e, se possível, coeficiente Cousa.

Controle cardiovascular

É mandatório o auditoria do classe volêmico no pós-operatório imediato. Para reposição volêmica, cristaloide é o fluido de escolha, podendo ser agregado à albumina. Uma pleito comum de hipovolemia é a fabricação de ascite associada à hipoalbuminemia, especificamente naqueles pacientes com ascite volumosa pré-transplante. Também não está completamente concreto o melhor vasopressor no pós-Tx imediato, porém alguns pesquisas sugerem vatagem renal e de fechamento com terlipressina em vez de noradrenalina nos pacientes com síndrome hepatorrenal.

Violação renal aguda

Problema renal aguda é uma história comum no pós-Tx hepático. São elementos que tem influencia a figura de síndrome hepatorrenal, hemodinâmica intra e pós-operatória, congestão renal ao longo o clampeamento da escavação, pressão alta intra-abdominal e toxicidade da terapia imunossupressora. Na elevação isolada de ureia deve-se achar similarmente de hemorragia gastrointestinal.

Prevenção de negativa do enxerto

Frequentemente o perigo de negativa no transplantação hepático é menor que nos demais transplantes de órgãos sólidos devido a uma maior imunotolerância induzida pelo valor. Em maior parte os protocolos de imunossupressão no tempo perioperatório incluem corticoides, inibidores da calcineurina (Tacrolimus ou ciclosporina) e antimetabólicos (micofenolato).

Naqueles que não podem usar inibidores de calcineurina precocemente são capazes de realizar utilização de anticorpos anti-IL2. É fundamental precisar a imunossupressão a cada paciente, considerando os efeitos nocivos de cada remédio e a requisito clínica, inclusive nessa análise a figura de disfunções orgânicas, imunossupressão pré-Tx, perigo de reativação de citomegalovirose.

Profilaxia e tratamento de infecções

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Profilaxia com antibióticos e antifungicos precisa ser individualizada à flora e à requisito imunológica do paciente pré-cirúrgica. Profilaxia com antifúngica é indicada nos pacientes de alto perigo. O verificação de colonizações e de antibióticos realizados primeiro ao transplantação é bastante fundamental. Na suspeita de infecção o início imediato de antibióticos de dadivoso espectro é necessário para um fechamento benigno.

Nutrologia

Mais de 50% dos pacientes transplantados de valor são desnutridos, o que está agregado à alta morbidade. O controle nutricional precisa ser catecúmeno cautelosamente ( evitar síndrome de realimentação), salvante nos pacientes com precariedade hemodinâmica dramático e urgência de doses crescentes de vasopressores.

Desmame ventilatório prematuro e recuperação

Alguns pacientes podem ser extubados no centro cirúrgico ao fim da intervenção. Naqueles que isto não é possível a sedação precisa ser desligada o quanto antes. Benzodiazepínicos precisam ser evitados, se possível, por causa de ao metabolismo hepático e perigo de delirium. Tão logo a extubação ocorra pode-se começar recuperação.

Terapias extracorpóreas

No caso da problema primária de enxerto com graus progênie de bilirrubina, plasmaférese e MARS são capazes de ser usados enquanto não ocorre o retransplante.

 

FONTE: https://www.r7.com