Doenças renais mais comuns

Os rins são responsáveis por moderar a extinção de líquidos e excreções, além de realizar hormônios que são capazes de estorvar na pressão arterial e fabricação de glóbulos vermelhos. O mal desempenho deste órgão tão primordial para o organismo pode ser demonstração de qualquer enfermidade renal.

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No Brasil, um em cada dez brasileiros padece de doenças renais, de acordo com a Clube Brasileira de Nefrologia. De acordo com o Dr. Cássio Andreoni, urologista do Hospital Albert Einstein (SP), as doenças renais mais comuns são os cálculos renais, infecções, cistos, tumores e redução da ofício renal, mais conhecida como carência renal.

As doenças se instalam a começar por práticas comuns na vida da maior parte das indivíduos e são capazes de ser prevenidas com simples mudanças no estilo de vida. Alguns exemplos são a baixa consumo de líquidos, o uso de sal e proteínas ( inclusive suplementos), infecções urinárias recorrentes, diabete, hipertensão e a alta consumo de analgésicos.

 

Cálculos renais ( pedra nos rins)

De acordo com o médico, as pedras nos rins são formadas especialmente pela pouca consumo de líquido (caracterizada pela urina escura), uso viaduto de sal e proteínas, entre outros complicações. No momento em que as pedras se movimentam e descem pelo canal da uretra, geram muita dor, por causa de à fechamento do movimento urinário e dilatação do rim. São capazes de ser complicadas por infecção urinária e chegam a provocar perigo de vida. O tratamento pode ser terapêutico ou cirúrgico, não obstante, a desobstrução do rim precisa se permitir dentro das primeiras 2 ou 3 semanas para evitar redução definitiva da ofício renal.

Infecção renal ou pielonefrite

É causada, frequentemente, pela bacilo na bexiga, a cistite, que acaba por alar até o rim, causando febre e dor do lado vinculado. O tratamento precisa ser com antibiótico e várias vezes requer internação hospitalar. Algumas vezes pode impedir com concentração de pus no rim, podendo precisar de uma interferência com drenagem.

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Cistos renais

São “bolhas” que se formam no meio do rim. Bastante comuns depois de os 40 anos de idade, os cistos são diagnosticados por exames de cotidiano e usualmente não geram complicações ou sinais nem sequer requerem tratamento, podendo ser somente acompanhados. Algumas vezes são capazes de ser confundidos com tumores no rim, dessa forma é preciso corporificar exames.

Loba ou câncer de rim

Raro, o loba acontece por causa de à alta frequência dos cistos renais. É bastante comum ter que requisitar exames diagnósticos de imagem para a correta corte dessa eventualidade. Os tumores são lesões sólidas distintos dos cistos que contêm líquido no seu interior. Várias vezes são malignos, porém, se tratados no início, há muita momento de cura. Aproximadamente constantemente o tratamento é cirúrgico e, na maioria das vezes, com persistência do rim e intervenção pouco invasiva.

Redução da ofício renal ( carência renal)

A carência renal acontece no momento em que o rim perde a personalidade de escoar resíduos, sais e líquidos do sangue. Doenças como diabete e hipertensão não bem controlados são capazes de provocar à deterioração renal progressiva e por acaso urgência de hemodiálise e / ou transplantação para seu tratamento. Dessa forma, pessoas com estes distúrbios precisam ter orientação e tratamento rigorosos.

Vá devagar com a bebida

Quando ingerido com parcimônia, o álcool pode até beneficiar o trabalho dos rins. Os experts chegam a recomendar uma ou duas doses bem pequenas. Porém, enfiar o pé na jaca não vai agradar aos pequenos filtros, que sofrem indiretamente. “Em excesso, o álcool pode causar hipertensão, que vai evoluir até gerar problemas renais”, adverte o nefrologista André Luis Baracat, do Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo. A bebida também causa prejuízos ao fígado, o que, em última instância, vai desembocar em um estrago nos rins.

Apague o cigarro

Nos rins, a atuação do fumo é tão nefasta quanto em outras partes do corpo. E a explicação está no surgimento de pequenos bloqueios, as placas de gordura, que diminuem o calibre dos tubos por onde circula o sangue. Isso causa problemas de pressão que, por sua vez, levam à DRC. “Os rins são cheios de vasos sanguíneos. O cigarro desencadeia inflamações que prejudicam o órgão”, destaca Baracat.

 

FONTE: https://www.r7.com 

http://plasticanow.com.br/nefrologista-em-bh/