Cirurgia das carótidas recuperação

O acidente vascular cerebral (AVC, similarmente conhecido pelo termo novato “ derrama ”) é a essencial pleito de morte no Brasil atual, situação que se repete em vários lugares do mundo moderno.

Dentre os tipos de AVC, o mais comum é o embólico, e acontece de duas formas: na primeira, um quebrado de sangue coagulado se maneira no coração ( pistão ), e, viaja pelos vasos sanguíneos até o cérebro. Na segunda, uma padrão de aterosclerose se maneira na artéria carótida ( vaso sanguíneo mostrado no pescoço e que leva sangue ao cérebro ) e por acaso se rompe, lançando fragmentos de sangue coagulado, cálcio e colesterol na direção dos vasos cerebrais. Em ambas situações, os fragmentos e êmbolos obstruem uma ou mais artérias do cérebro, que sem ganhar sangue, padece a morte de parte de suas células.

Saiba Mais: Obstrução do vaso cuja função é levar sangue do coração até o cérebro, tendo como principal

A estenose (estreitamento) das artérias carótidas acontece pela formação da tragada aterosclerose. A aterosclerose é uma degeneração gradual da taipa das artérias, cujas principais motivos são: Hipertensão ( hipertensão ), diabete, fumo e colesterol alto. A aterosclerose vai provocando uma fechamento gradual das artérias, fazendo com que o lugar para a passagem do sangue fique cada vez mais bitolado, e podendo alcançar à fechamento ( entupimento ) completo.
Nas artérias carótidas, no entanto, há também um elemento mais dramático: A vigor da passagem do sangue pode debandar a padrão de aterosclerose, fazendo com que seus resíduo alcancem a circulação cerebral e provoquem o derrama.

SINAIS

A enfermidade carotídea é traiçoeira: pode mudar desapercebida por diversos anos, e o seu primeiro sinal pode ser exatamente o AVC. Em sua maneira mais comum, o AVC causa uma súbita redução dos movimentos em um lado do corpo ( bravura e / ou perna ), e por acaso redução da fala, porém pode ser até mesmo danoso. Tais sinais são capazes de se transmudar completo ou parcialmente com o tempo, ou deixarem seqüelas graves.

CONFIRMANDO A FIGURA DA ENFERMIDADE

O reconhecimento da enfermidade carotídea inicia na consulta clínica: a história clínica do paciente, avaliação dos seus elementos de perigo e exame físico são capazes de gerar que a enfermidade esteja presente.

O exame principiante para certificação da enfermidade carotídea é o ultrassom-Doppler, um exame simples, sem o utilização de radiação e que não requer disposição do paciente. Neste exame ( figurante 1), o médico pode analisar o estreitamento das artérias e pensar a rapidez com que o sangue passa em seu interior. Quanto mais alta a rapidez, maior o nível de estreitamento.

A tomografia computadorizada com dessemelhança ou a angiografia (cateterismo) são exames usados para afirmar definitivamente a enfermidade, e que similarmente auxiliam no planejamento do tratamento.

TRATAMENTO

O Tratamento inicia pelo batalha aos elementos que provocam o começo e marcha da enfermidade: controle da pressão arterial, do diabete, do colesterol alto e derrogamento do fumo. Remédios antiagregantes plaquetárias (que “afinam o sangue ”) similarmente são utilizadas.

Para os pacientes com estreitamentos moderados e sem histórico de AVC, a escolha genérico é o tratamento terapêutico (vide acima ). Porém para casos no qual o estreitamento é bastante íntegro, o ideal é corrigi-lo.

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Na intervenção assente, o paciente recebe usualmente anestesia maior parte, e o clínico vascular faz uma incisão ( corte ) no pescoço e remove cirurgicamente a padrão de dentro da artéria carótida. Dessa maneira, o sangue volta a avançar geralmente pela artéria e o perigo de AVC diminui substancialmente. É uma intervenção que costuma provocar de uma a duas horas e com resultados bastante bons no momento em que adequadamente indicada.

Angioplastia com stent

Na angioplastia com stent ( figurante 2), o paciente recebe usualmente anestesia local ( e às vezes uma rápido sedação), e o clínico vascular faz uma punção ( poço ) na artéria da virilha, chegando a partir de cateterismo até o pescoço. Uma vez próximo da violação, bota um “stent”, tipo de barga tubulado metálica, que dilata o estreitamento da artéria, fazendo-a voltar ao massa sui generis. Da mesma maneira que a intervenção, o sangue volta a avançar geralmente e o perigo de AVC diminui substancialmente. A angioplastia costuma ficar entre 25 e 45 minutos, e possui resultados da mesma maneira bons no momento em que efetivado por médicos experientes.

COMO PROTEGER-SE A ENFERMIDADE DA ARTÉRIA CARÓTIDA?

Aqui entram as regras clássicas para uma ótima saúde: evitar a vida sedentária e a obesidade, realizar treinos regulares, surgir seu médico constantemente para “check-ups” periódicos, moderar a pressão arterial e o diabete no momento em que existentes e não fumar.

Naturalmente, cada pessoa ao reproduzir a enfermidade carotídea aterosclerótica, carrega consigo qualidades pessoais com inúmeras capacidade de apresentação clínica, modificações anatômicas e distintos doenças associadas. Logo, a decisão de qual ou quais as adequadas modalidades/técnicas de tratamento a serem adotadas, depois de análise de suas benefícios e desvantagens, precisa ser assente pelo médico que assiste o paciente.

FONTE: https://www.r7.com